Fogo no Planalto Central

Nascido e criado em Brasília, o fotógrafo Ueslei Marcelino, da Reuters, diz nunca ter visto incêndios com essas proporções e com tamanha frequência no Planalto Central. Ele lamenta o descaso das autoridades e alerta: “Imagine que enquanto você está olhando minhas fotografias e lendo esse texto alguma floresta, parque ou reserva está em chamas em algum lugar do Brasil.”

As dores do mundo

A convite do site Testemunha Ocular, o fotógrafo Sérgio Moraes comenta a exposição da World Press Photo, com o melhor do fotojornalismo mundial. Entre as imagens por ele destacada está a foto feita por Adem Altan, da AFP, de um pai que segura a mão de sua filha de 15 anos, morta após um terremoto na Turquia.

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“Cidade de Águas”

A tragédia do Rio Grande do Sul pelo olhar sensível da arte: onze fotógrafos registram cenas da enchente que atingiu o estado para livro e exposição que servem de alerta e vão mostrar a força das águas, da solidariedade e da reconstrução.

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O Pantanal arde

O fotógrafo Ueslei Marcelino, da Reuters, fala sobre os desafios e o drama de cobrir este ano a maior queimada que já atingiu o Pantanal mato-grossense, que registrou até agora mais de 2.500 focos de incêndio, afetando de forma drástica os moradores, a vegetação e a fauna da região.

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O drama yanomami

Nascido em Manaus, o fotógrafo Raphael Alves ganhou menção honrosa no Sony Awards Photography com imagens que mostram o drama humanitário dos yanomami, em Roraima. O ensaio está em exposição em Londres na mostra com os vencedores do prêmio.

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60 anos do golpe

A invasão do Forte de Copacabana, registrada por Evandro Teixeira na madrugada do dia 1º de abril, é um dos momentos-chave do golpe de 1964, que está completando 60 anos e instaurou por 21 anos a ditadura militar no Brasil.

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A punição aos revoltosos

A Revolta dos Marinheiros, liderada pelo cabo Anselmo, que aparece na foto acenando, terminou com a punição dos praças, após o golpe. Mas não foi o caso de Anselmo, que virou agente duplo e trabalhou para a ditadura, delatando militantes de esquerda, que foram presos, torturados e mortos.

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A anistia aos marinheiros

A Revolta dos Marinheiros levou a cúpula militar a enviar soldados do Exército para cercar a sede do Sindicato dos Metalúrgicos e prender os praças rebelados. Após intervenção do presidente João Goulart, eles foram anistiados e saíram em comemoração pelas ruas do Rio.

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A Revolta dos Marinheiros

Entre os dias 25 e 27 de março de 1964, os marinheiros protestaram por melhores condições de trabalho na sede do Sindicato dos Metalúrgicos. Também defenderam as reformas de base de Jango, que anistiou os rebelados. O protesto e a atitude do presidente irritaram a cúpula militar. A revolta é considerada o estopim para o golpe.

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O Comício da Central

A foto de Evandro Teixeira mostra o presidente João Goulart ao lado da primeira-dama, Maria Thereza, no Comício da Central, no dia 13 de março. Em seu discurso, Jango defendeu as reformas de base e irritou setores conservadores. No dia 31, os militares dariam o golpe que tiraria Jango do poder.

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